Uma Constituição de esperança e poesia

Quem mais que Bartolomeu Campos de Queirós para aceitar o desafio de escrever poesia sobre a Constituição do Brasil? O autor de Indez, Pedro, Ciganos e outros destaques da literatura infantojuvenil brasileira não só abraçou a ideia como transformou o documento em voz de grandes esperanças dos brasileiros. O que o ilustrador Mauricio Negro agora fez foi um desafio igualmente enorme: como tratar com sensibilidade esses anseios que pairavam sobre a nação quase trinta anos atrás e ainda ser atual? E mais: em pleno período político muito conturbado, habitado por descrença, medo e mágoa? Com poesia, ele respondeu em traço também.

Se é bem verdade que não se pode entender o presente sem olhar para o passado, muito menos planejar o futuro, esse livro se torna importante por trazer a essência dos sonhos dos brasileiros naquele momento fundamental na história do Brasil.

No vídeo, Mauricio Negro apresenta o livro e chama atenção para as possibilidades de leitura dele, em texto e imagens.

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