Loyola declara sua admiração por Cecília Meireles

Mar absoluto, de Cecília Meireles, num certo dia dos anos 50, na cidade de Araraquara, caiu nas mãos de um rapaz que já sonhava em ser escritor e cineasta e o despertou então para a poesia. Era Ignácio de Loyola Brandão, que aos 81 anos reencontra o livro, agora publicado (como toda a obra de Cecília) pela Global Editora, e relembra no vídeo a magia daquele momento da vida.

 

Quem é Cecília Meireles?

Cecília Meireles, nossa poeta maior, nasceu no dia 7 de novembro de 1901, no Rio de Janeiro. Aos 3 anos de idade perdeu a mãe e não chegou a conhecer o pai, que morreu antes de seu nascimento. Órfã, foi criada pela avó materna, Jacinta Garcia Benevides. Faleceu no Rio de Janeiro, em 9 de novembro de 1964. Foi poeta, ensaísta, cronista, folclorista, tradutora e educadora. Em 1919, a autora publica seu primeiro livro de poemas intitulado Espectros. Em 1934, Cecília Meireles organiza a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro. Em 1939, é agraciada com o Prêmio de Poesia Olavo Bilac concedido pela Academia Brasileira de Letras pelo livro Viagem.

Quem é Ignácio de Loyola Brandão?

Ignácio de Loyola Brandão nasceu em Araraquara em 1936. Jornalista e escritor, passou pelas redações de Última hora, Claudia, Realidade, Planeta, Lui, Ciência e vida e Vogue. Tem mais de 40 livros publicados, entre romances, contos, crônicas, viagens (Cuba e Alemanha) e infantis. Entre seus romances mais conhecidos, estão Bebel que a cidade comeu, Zero, Não verás país nenhum, O beijo não vem da boca, Dentes ao sol, O anjo do adeus e O anônimo célebre.

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